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Mãe procura delegacia após filho de 3 anos ter orelha cortada em Emei

O fato não teria acontecido dentro da sala de aula

07/11/2019 06h44
Por: Redação
Fonte: mídiamax

Uma jovem procurou a delegacia após o filho de 3 anos ter parte da orelha direita cortada com uma tesoura em uma Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) da região sul de Campo Grande, nesta terça-feira (05). Um coleguinha da mesma idade foi quem teria cortado a orelha do menino.

Por volta das 10 horas, o padrasto de Jaine Giovana Fernandes de Araujo, mãe da criança, recebeu ligação do Emei, informando que o garoto havia levado uma mordida de outro menino.

A mãe foi ao Emei e encontrou o menino com seu padrasto. Como o socorro ainda não havia chegado, a diretora da escola levou a criança junto com a mãe até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Bairro Moreinhas III.

Jaine diz que na sala de enfermagem da UPA, perguntou ao filho se ele havia sido mordido. Chorando muito, o menino negou e teria dito: “não mãe, o coleguinha cortou minha orelha com a tesoura”. A mãe conta que possui laudo médico afirmando que a orelha da criança foi cortada com objeto cortante.

“Fiquei olhando meu filho com aquele curativo chorando de dor esperando uma vaga para Santa Casa”. O garoto que teve a cartilagem da orelha cortada e levou 10 pontos, foi levado à Santa Casa, para analisar a possibilidade de uma cirurgia plástica, o que não foi necessário. Porém, a mãe acredita que o filho possa ter que fazer uma cirurgia plástica futuramente, caso seja avaliado que a orelha possa ficar deformada.

Ainda segundo Jaine, o fato não aconteceu dentro da sala de aula. “Ele e o coleguinha saíram na sala sem ninguém ver”, disse a mãe, alegando que no momento havia três professoras na sala. “Meu filho falou que não foi com a tesoura da professora”.

A mãe relata que funcionárias da escola faziam uma decoração do lado de fora com papel TNT. Ela acredita que quando os dois estavam do lado de fora, o coleguinha pegou uma tesoura utilizada na decoração, sem ninguém ver, e cortou a orelha do seu filho.

“Quando minha mãe foi comparecer ao Emei (após o ocorrido) elas haviam retirado tudo”, diz Jaine sobre a decoração.

“É uma indignação. Achei que ele ia estar seguro ali”. Um boletim de ocorrência por “maus tratos qualificados se o crime é praticado contra pessoa menor de 14 anos”, foi feito na DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente), e a família do menino contra que irá entrar com uma ação judicial contra a prefeitura. “O Corte foi na orelha, imagina se fosse no pescoço”, diz a mãe indignada.

 

Mãe denuncia agressão de professora de Emei contra menina de dois anos

Uma mulher de 30 anos procurou a delegacia para denunciar uma agressão que sua filha de dois anos teria sofrido em uma Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) localizada na região oeste de Campo Grande, na última sexta-feira (01).

Consta no boletim de ocorrência, que uma professora teria puxado a menina de dois anos pelo cabelo durante um banho de mangueira.

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