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Marselha, que usa o protocolo Azitromicina+Hidroxicloroquina, tem taxa de mortalidade por coronavírus 5 vezes menor que Paris

20/05/2020 09h25
Por: Redação
Fonte: conexaopolitica
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Na França, há uma grandes disparidades na taxa de mortalidade de uma região para outra. Em Marselha, cidade onde o epidemiologista Dr. Didier Raoult aplica o tratamento com a hidroxicloroquina nos pacientes com coronavírus chinês, houve 5 vezes menos mortes por milhão de habitantes do que em Paris, informou o France Soir.

Segundo o France Soir, a taxa de mortalidade (número de mortes por milhão de habitantes) para toda a França, excluindo asilos de idosos, é de 270. Essa taxa é de 751 em Paris, 607 em Hauts-de-Seine e 147 em Marselha. Com o protocolo de terapia dupla do Instituto HU Méditerranée Infection (Azitromicina + Hidroxicloroquina), a taxa de mortalidade diminui para 16. Essas diferenças são significativas, pois essas regiões possuem características epidemiológicas idênticas.

As proporções ou múltiplos correspondentes são: Paris versus Marselha 5.1. Portanto, houve 5 vezes menos mortes por milhão de habitantes em Marselha do que em Paris. Ao realizar o cálculo de Marselha em comparação com toda a França, excluindo os asilos de idosos, a proporção está entre 16 e 30, dependendo do pressuposto da área de cobertura do Instituto HU Méditerranée Infection (IHU).

Comparada à Alemanha, a França teve 2,8 vezes mais mortes por milhão de habitantes; e à Marselha, esse número aumenta entre 0,8 e 1,5 vezes. Para o IHU e aqueles tratados com azitromicina e hidroxicloroquina, o valor é de 0,2 em comparação com a Alemanha. Em outras palavras, os pacientes tratados na IHU com o protocolo Azitromicina + Hidroxicloroquina (AZ+HCQ) têm uma taxa de mortalidade 5 vezes menor que a da Alemanha.

Taxas de mortalidade em várias regiões

A aplicação da terapia dupla com AZ+HCQ poderia explicar a diferença entre Hauts-de-Seine e Paris?

O Infectologista Dr. Christian Perronne, professor chefe do departamento de doenças infecciosas do Hospital Universitário Garches (França), conduziu um estudo retrospectivo em 132 pacientes com uma taxa de resultados favorável em 91% dos casos.

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