Sanesul Outubro

Falsos Heróis

Mudai os tempos, os lugares, as opiniões e circunstâncias, e os grandes heróis se tornarão pequenos e insignificantes homens - Marquês de Maricá

25/11/2021 13h42
Por: Redação
Fonte: agoranoticiasbrasil
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Uma das principais armas usada pela esquerda, é a criação de falsos heróis!

A criação de heróis serve para motivar a luta, principalmente, as referentes a certas minorias!

Quem não lembra da Marielle? 

 O problema é que 99,99% das pessoas, principalmente as que possuem honestidade intelectual, só lembram dela após seu assassinato, prova inconteste que de heroína, ela não teve nada!

Mas como a esquerda consegue alçar uma desconhecida como Marielle Franco ao status de heroína, mundialmente?

Simples, com uma coisa que a direita conservadora ainda não tem — que, aliás, a esquerda vem tentando impedir que tenha com censura — uma imprensa forte!

Veja o caso do prêmio Nobel da Paz de 1993!

Membro do Partido Comunista da África do Sul (PCAS), Nelson Mandela lutou contra o Partido Nacionalista da África do Sul, que impunha o grotesco sistema de políticas racistas conhecido como Apartheid.

Membro também do CNA (Congresso Nacional Africano) onde entrou em 1943, foi incentivado a fundar a Liga da Juventude do CNA. Até então o partido se opunha à luta armada. Tendo atingido certa proeminência no partido, Mandela passou a pressionar o CNA para adotar métodos mais violentos.

“O povo da África do Sul, liderado pelo PCAS, destruirá a sociedade capitalista e construirá no seu lugar o socialismo.” — Nelson Mandela 

Quando o finalmente o CNA cedeu ao seu desejo de luta armada, Mandela foi um dos que recebeu treinamento militar na Argélia, um dos países onde os membros do CNA recebiam instrução em táticas de guerrilha, terrorismo e tortura. Outras localidades incluíam Cuba, Egito, Etiópia, Coréia do Norte, Rússia, China, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia.

Em 1962, Mandela foi capturado em uma fazenda nos arredores de Johanesburgo, de posse de granadas-de-mão, minas terrestres antipessoais e detonadores.

No famoso Julgamento de Rivonia, dez líderes do CNA foram julgados por 221 atos de sabotagem — embora a ONU dissesse que Mandela era um prisioneiro político — a Anistia Internacional afirmou incontestavelmente que ele foi condenado por seus atos de violência, e documentos apreendidos na investigação como o que levava o nome de  Operação Mayibuye, comprovava que o comando supremo seria composto por Mandela, Slovo e Joe Modise — esse documento mostrava um plano de guerra revolucionária, que parecia ter recebido consultoria de países comunistas!

“Ele era um líder do ANC, uma organização designada como grupo terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA e por muitos governos e agências de inteligência. Ele também foi cofundador do Umkhonto we Sizwe (Lança da Nação) do ANC, um grupo terrorista militante dentro de um grupo terrorista.” 

Durante o período de Mandela na prisão, a famosa mãe da nação — alcunha criada pela mídia — Winnie Mandela, sua esposa, incentivou assassinatos com o que ela chamava Necklacing (colar bárbaro), algo parecido com os famosos “micro-ondas” usados pelos traficantes daqui, que consiste em colocar pneus com gasolina em torno do corpo da pessoa, e atear fogo!

“Com nossas caixas de fósforos e nossos necklaces, libertaremos esse país“.  — Winnie Mandela.

A imprensa esquerdista do mundo tudo — inclusive contando com a ajuda e participação do Conselho Mundial da Paz, uma organização fundada no âmago do politburo soviético e dirigida pela KGB — fizeram pressão que acabaram por soltar Mandela, “o preso político”!

Tão logo se viu livre, Mandela clamou novamente pela luta armada, e nos primeiros 20 dias 84 pessoas foram assassinadas pelo CNA, 19 delas através do necklace. Houve inclusive execução de mulheres acusadas de bruxaria.

A violência incitada por Mandela atingiu pesadamente a população branca. O canto de “Matem o bôer! Matem o Fazendeiro” ecoava nas fileiras do CNA.

Mas não era só os brancos que morriam na luta de Mandela e do CNA/PCAS. Mandela foi o mentor de um novo apartheid, piorado, desta vez contra brancos e zulus.

Em março de 1994, cerca de 20 mil membros do Partido da Liberdade Intakha, que defendia a autonomia do KwaZulu, protestaram pacificamente contra as eleições caminhando até Shell House — o quartel-general do CNA — Sob ordens de Mandela, homens armados abriram fogo contra a multidão, matando 53 zulus, sendo 19 na porta parlamento, incidente que ficou conhecido como Massacre de Shell House — dissidentes políticos capturados foram torturados, inclusive uma criança.

“O povo da África fará da revolução islâmica do Irã um modelo para seus movimentos revolucionários.” — Nelson Mandela

Em meio a toda a badalação mundial em torno de Mandela, um homem teve a coragem de mostrar a verdade sobre o terrorista, tratava-se do ex-prefeito de Ibhayi, uma cidade com 400 mil habitantes negros, que quase foi assassinado pelo CNA.

Estima-se que desde maio de 1994, quando o terrorista agraciado com o Nobel da Paz assumiu a presidência da África do Sul, a guerra civil promovida por ele e o CNA, já tenha um saldo de mais de 300 mil mortes! 

“Para a maioria dos negros, as promessas utópicas de Mandela se transformaram em um Pesadelo Orwelliano.”  (Aida Parker — Newsletter 10/1996)

*Por  Adilson Veiga

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